
“ra uma vez uma menina tímida que passou sua infância ouvindo contos de fadas. Cresci sonhando cor-de-rosa e continuo reverenciando estas histórias tão anacrônicas de princesas lindas e indefesas. Junto com os sonhos, esta mesma tia incutiu em mim uma fervorosa paixão pela narrativa, pelo texto, pelas histórias. Virei jornalista; não deixo, pois, de ser uma contadora de histórias. No livro estão reunidas reflexões sobre meu papel de mulher num mundo sem fadas ou príncipes encantados.”Kátia Canton, no livro “E o príncipe dançou...” O conto de fadas da Tradição Oral à Dança Contemporânea.
São Paulo: Editora Ática, 1994.
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