u penso que nos dias de hoje o lobo está solto, são as pessoas que roubam crianças recém nascidas, sequestram, matam, seduzem. Os pedófilos que vêem nas crianças objetos de desejo e ditam as regras falando o que as pobrezinhas querem ouvir.O fato da chapeuzinho ir sozinha nos faz pensar: CADÊ ESSA MÃE? Trabalhando, ou ela vive solta, como tantas crianças. Hoje em dia é tão normal ver uma criança um pouco maior buscar seu irmão na escola, claro que, décadas atrás isso podia ser normal e as mães de hoje viveram na pureza de andar na rua sem medo, mas hoje o lobo tá solto e pode ser até o velhinho ingênuo que todo dia agrada seu filho. As crianças esclarecidas já tem medo e receio por que foram criadas nesse contexto que o homem do saco existe, que alguém pode fazer mal... mas.... mesmo vivendo nesse mundo violento existem mães que soltam seus filhos, sem dar atenção, sem estarem presentes na vida escolar, deixando-os soltos na floresta. E quando questionadas falam sempre que é falta de tempo. O lobo mau é aquele que tem tempo, que chega, que seduz com bala, doce, palavras de atenção e carinho... As crianças estão perdendo a inocência e ficando cada vez mais carentes de família.
Drika, 37 anos.
Imagem: cartaz do filme "Hard Candy" deDavid Slade.
“Sempre em busca de objetos curiosos, restos de brinquedos, cacos de mundos e rastros de histórias, Adriana Peliano costura desejos, monstros e contos de fadas. Suas colagens, metamofoses e assemblagens despertam inventários mágicos e múltiplos, onde a lógica do cotidiano é reinventada em novos sentidos e narrativas, criando jogos de linguagem e labirintos de sonhos. Tudo se transforma para contar novas histórias, abrindo portas para o maravilhoso.”
“Always in search of curious objects, broken toys, bits of things and traces of stories, Adriana Peliano stitches together desires, monsters and fairy tales. Her collages and metamorphic assemblages are magical and multiple inventories, where logic is reinvented with new meanings and narratives, creating language games and dream labyrinths. Everything is transformed to tell new stories that dislocate our way of seeing, inviting the marvellous to visit our world.”
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